Amor sem acção não é nada,
Não é nada, não,
É pouca coisa

É pouca coisa,
Pois amor que toca somente a alma,
Em nós, não retira a calma
Não interessa tentar desbarrancar seja o que for,
Porque não há nada palpavel,
Talvez a recordação de algo que já não é,
E que, provavelmente, não sentes

Para que serve então pensar?
Para que serve então tentar recordar?

Eu sei o que é a chuva,
Mas nada se assemelha
Como o toque da lagrima que derramar...

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