O mundo gira, circunda
O homem sonha, corcunda
Vive agora à frente de um ecrã
Morre todos os dias
Desde aquela primeira manhã

Está preso as leis gravitacionais
E ainda mais às idiotices sociais
Está preso ao seu corpo
E à cadera onde cai morto
Ser esforçado e habitualmente cansado
Esforça-se tanto, mas suor nem pinga tão pouco!





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