Sou o poeta do nervoso
Meu poema recai sobre o tenebroso,
Sonóra é a sua alma,
Que ressoa com toda a calma

Em nós lacera o pensar,
(Parece que é um bem,
Que se anda a esgotar)

Este poema é a consciência,
Este poema é interior
Futil daquele que o visiona com pudor!

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