Tenho os olhos fechados mas vejo com claridão,
Não consigo desfocar desta luz que meus tomou pela mão,
Não quero, não busco o escuro da solidão,
Sinto-me bem, numa vigilia quase perturbadora

Vejo de novo ou vejo algo novo? Não sei...

Sejá o que for, não me deixa dormir,
Reconstruo-me um só,
Com todas as peças espalhadas de mim,
E do que provêm de outros...

O que sobra?
Não o nada, mas um todo!

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