
Traço passos com historia
Escrevo sobre o que outrora trosse gloria
Simbolos de força e poder,
De beleza e pericia,
Simbolos de um passado
Que nada, agora, nós vangloriza!
Gosto mais e prefiro
Ver estas bonitas ruinas
Que ouvir suas historias.
Indignamente preservadas
(já há muito abandonadas)
No seu deslieixo são encatadas!
O que delas resta,
Brilha mais que a lua
Ou o ouro das fadas
São estas as minhas muralhas... encantadas!





1 comentário:
"O tédio... Pensar sem que se pense, com o cansaço de pensar; sentir sem que se sinta, com a angústia de sentir; não querer sem que se não queira, com a náusea de não querer – tudo isto está no tédio sem ser o tédio, nem é dele mais que uma paráfrase ou uma translação. E, na sensação direta, como se de sobre o fosso do castelo da alma se erguesse a ponte levadiça, nem restasse, entre o castelo e as terras, mais que o poder olhá-las sem as poder percorrer. Há um isolamento de nós em nós mesmos, mas um isolamento onde o que separa está estagnado como nós, água suja cercando o nosso desentendimento.
O tédio... Sofrer sem sofrimento, querer sem vontade, pensar sem raciocínio... É como a possessão por um demônio negativo, um embruxamento por coisa nenhuma. Dizem que os bruxos, ou os pequenos magos, conseguem, fazendo de nós imagens, e a elas infligindo maus tratos, que esses maus tratos, por uma transferência astral, se reflitam em nós. O tédio surge-me, na sensação transposta desta imagem, como o reflexo maligno de bruxedos de um demônio das fadas, exercidas, não sobre uma imagem minha, senão sobre a sua sombra. E na sombra íntima de mim, no exterior do interior da minha alma, que se colam papéis ou se espetam alfinetes. Sou como o homem que vendeu a sombra, ou, antes, como a sombra do homem que a vendeu."
O blog está engraçado... E acho que vais perceber o pk daquilo!
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