Uma vez escrevi:


Eu sou um poço sem fundo,
Cujas paredes estão a ruir
E a minha forma de expressão
São os poemas que ando a redigir

Estou preso no meu proprio calaboço,
Do qual não consigo fugir,
Do fundo do poço quero sair
Eu quero sentir, o bom que está para vir!

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