Eu sou como esta sala
(no meu presente momento),
Tão despida e sem nada
Apesar de mesas, cadeiras e quadros...

Está tão vazia independente da gente
Que aos poucos entra, sem pressa
E assim aos poucos se preenche:

Já se houvem sons,
Já há indicios de vida,
Mas a luz não ilumina,
O som não se faz ouvir...


Nada supera o nada...
O que será do sentir?

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