Sátira ao novo romantismo...


Hoje em dia não posso senão desconfiar,
Que a mulher não gosta de poesia
E não sabe uma flor apreciar

É prenda comum, e comum é falar,
Portanto poupa as palavras,
Diz só que o que sentes é amar

Deve ser da crise ou de pouco socializar
Porque já não sinto qualquer sentido
Qualquer vontade de a realizar

O que busco parece não ter fim,
Não sei se busco um pouco demais de mim

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