Voamos sem asas que nos carreguem,
Voamos por entre ramos que nos ceguem,
Voamos num sentir, meio a fingir,
Voamos porque acreditamos, porque queremos partir!
E depois contemplamos, o que é e o que não passou de ser,
Alguns levados a muito mais perder,
Outros acordando sem nada debaixo de si,
Mas com tudo o que necessitão ao seu lado...





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