Do imperfeito, do inacabado,
Descubro e faço meu achado:
Quanto mais belo é o verde do prado que nunca vi,
Que o animal que corre em espaço delimitado...
Não me intrepretem mal,
Mas meu sonho é grande,
Alto como as copas das arvores
E vasto como o azul do ceu ou do mar,
Em dia de pouca brisa...
(Varia, pois tudo no mundo se altera
E existe um mundo dentro de nós!)
E sendo assim, vasto,
Tenho espaço confinado para andar,
Mas é tão mais amplo o espaço
Em que me deixo diambolar...
Ver senão com a imaginação
E sentir senão prazer...
Existo afinal. Afinal existo!





1 comentário:
Diogo
Andei por mais este teu canto e gostei de o fazer.
Não se existe sem SONHO! Lindo este teu poema, como outros que andei a ler.
E por assim ser deixei na lapela do meu blogue mais um selo para ti, para este APELIS. É o selo "este blogue é de Qualidade.
Beijinho
MV
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